Dayanne  Dockhorn|

Antropóloga — Arqueóloga — Escritora

Oi.

Escrevo desde pequena. Adorava escrever poesias nas aulas de português e fazer rimas óbvias, como dor e amor.

Cresci um pouco e me aventurei pela ficção por alguns anos. Postava em sites de fanfic, tive vários blogs, conheci gente de todo o Brasil que gostava de fazer o mesmo que eu e guardo essas amizades com muito carinho até hoje.

Cresci um pouco mais e voltei a escrever poesia, só que era uma poesia diferente. Versos livres, cheios de sentimentos que eu precisa externalizar no auge do que eu descobria o que era, de fato, dor e amor. Passei anos postando regularmente no A Poet’s Life For Me e recebi, também, muito carinho.

Cresci um pouco mais, passei a escrever provas, monografias, artigos científicos e, por fim, um trabalho de pesquisa que me ensinou que fazer pesquisa é lindo, mas pouquíssimo apreciado. Passei, então, a escrever sobre tudo (e, ao mesmo tempo, sobre nada) para me sustentar.

Cresci ainda mais, e hoje estou escrevendo sobre a vida, porque eu vejo tanto que merece ser dito e muitas vezes não o é.

Estou, junto com meu namorido, Martín Centurión, viajando pelo mundo desde junho de 2018. Vendemos tudo que tínhamos e saímos de Pelotas, Rio Grande do Sul, para conhecer um pouco mais do mundo e crescer um pouco mais juntos. Te convido a ler alguns dos meus artigos abaixo, embora eu sempre poste eles primeiro no Medium e no Desprendidos, no qual eu e Martín falamos sobre nossa viagem e como é viver de lugar a lugar trabalhando remotamente.

Me leia.

Por que eu não vou largar tudo e viajar pelo mundo O que exatamente as pessoas têm que torna o ato de "largar tudo" tão surpreendente?

Por que eu não me arrependo de ter um diploma inútil Eu tinha 17 anos quando optei por um curso que era, ao mesmo tempo, exótico e pouco aceitável.

Sobre desprender-se Talvez a vida não seja sobre se tornar alguma coisa.